quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Filme baseado na série Friends é só boato

Da Redação
Foto: Divulgação
Um dos rumores mais comentados do fim de semana foi o fato de que a série Friends poderia virar filme. De acordo com o jornal Daily Mail, os seis atores principais - Jennifer Aniston (Marley & Eu), Courteney Cox (Um Faz de Conta que Acontece), Lisa Kudrow (High School Band), Matt LeBlanc (As Panteras - Detonando), Matthew Perry (17 Outra Vez) e David Schwimmer – teriam entrado em acordo para levar a história dos amigos às telonas.
No entanto, Jayne Trotman, diretora de publicidade da Warner Bros. no Reino Unido, disse à BBC que “não há verdade nessa história”.
John Fogelman, agente de Courteney, também desmentiu o boato. Lisa Kasteler, representante de Matthew Perry, comentou: “Nada está acontecendo em relação a isso, então o rumor é falso”.
Quem teria levantado a questão ao Daily Mail foi o ator James Michael Tyler, que interpretava Gunther, atendente do famoso café Central Perk, onde os personagens se reuniam nas dez temporadas da série.
Friends durou dez anos, terminou em 2004 e no último episódio atraiu uma audiência de mais de 85 milhões de telespectadores no mundo. Esta não é a primeira vez que esses rumores aparecem: em 2007, a Warner também teve de negar boatos neste sentido.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Confirmado! Seriado Friends virará longa-metragem

Da Redação, UOL
Foto: Divulgação
Se você é fã da série de TV Friends, já pode começar a pular. De acordo com o jornal Daily Mail, os seis atores principais - Jennifer Aniston (Marley & Eu), Courteney Cox (Um Faz de Conta que Acontece), Lisa Kudrow (High School Band), Matt LeBlanc (As Panteras - Detonando), Matthew Perry (17 Outra Vez) e David Schwimmer - entraram em um acordo e a história dos amigos será contada nas telonas.
"O filme definitivamente vai sair. Mantenho contato com a maioria dos atores e eles me disseram que realmente estão interessados na produção", contou James Michael Tyler à publicação.
No seriado, o ator interpretava Gunther, dono do famoso café Central Park.
Friends durou dez anos, terminou em 2004 e no último episódio atraiu uma audiência de mais de 85 milhões de telespectadores no mundo.
David Crane e Marta Kauffman, criadores da séries, serão os responsáveis pelo roteiro da adaptação. O longa está previsto para chegar às telonas no segundo semestre de 2011.

Dupla Explosiva, com Antonio Banderas e Lucy Liu, é eleito o pior filme da última década

Da Redação, UOL
Foto: Divulgação

Dupla Explosiva, estrelado por Antonio Banderas e Lucy Liu, foi eleito pelo site norte-americano Rottentomatoes o pior filme da última década, a partir de 2000.
A escolha da lista, que traz cem produções, foi feita com base em críticas de jornais, sites e revistas quando os longas foram lançados.
No segundo lugar, temos o terror Uma Chamada Perdida, dirigido por Eric Valette.
Logo em seguida, a adaptação do clássico infantil Pinóquio, de Roberto Benigni.
Já na quarta posição aparece Um Milionário em Apuros.
Confira a lista com os 40 piores filmes:
1º - Dupla Explosiva
2º - Uma Chamada Perdida
3º - Pinóquio
4º - Um Milionário em Apuros
5º - Os Pilantras
6º - Bebês Geniais 2 - Super Bebês
7º - Strange Wilderness
8º - Na Terceira Dança
9º - Velocidade sem Limites
10º -Witless Protection
11º - Merci Docteur Rey
12º - Mata-me de Prazer
13º - Constellation
14º - Beyond a Reasonable Doubt (2009)
15º - Alone in the Dark - O Despertar do Mal
16º - Acampamento do Papai
17º - A Marca
18º - Mestre do Disfarce
19º - No Corredor da Morte
20º -Crossover
21º - Deu a Louca em Hollywood
22º - Super Herois e a Liga da Injustica
23º - The In Crowd
24º - Texas Rangers
25º - Os Espartalhões
26º - Kickin' It Old Skool
27º - A Reconquista
28º - Rollerball
29º - Filha da Luz
30º - MedoPontoComBr
31º - O Pacto (2006)
32º - Ruas Selvagens
33º - Delta Force
34º - The Haunting of Molly Hartley
35º - Deal
36º - Meu Vizinho Mafioso 2
37º - Operação Limpeza
38º - Deu a Louca na Cinderela
39º - Miss March
40º - Louco por Você

PRÓXIMA ESTRÉIA 02 DE OUTUBRO: ALGO QUE VOCÊ PRECISA SABER



Mady Celliers (Charlotte Rampling) passa a maior parte do tempo falando mal de suas filhas e de seu marido, Henry (Patrick Chesnais), um ex-chefe de empresa que se transformou após a aposentadoria.
Antoine (Pascal Elbé), o irmão mais velho, não consegue obter sucesso com sua empresa.
Alice (Mathilde Seigner), a filha do meio, dedica-se à pintura para afastar a depressão.
Já Annabelle (Sophie Cattani) é a caçula, trabalhando como enfermeira e tentando prever o futuro de sua família através das cartas.
A situação da família Celliers permanece estável até o surgimento de Jacques de Parentis (Olivier Marchal), um policial solitário que acaba com a aparente harmonia.

PRÓXIMA ESTRÉIA 02 DE OUTUBRO: TERROR NA ANTÁRTIDA



O filme trata da caçada ao responsável pelo primeiro assassinato realizado na Antártida.
O autor do crime é um dos cinco homens que vivem espalhados no continente e precisa ser encontrado antes que o sol se ponha e fique fora pelos próximos seis meses.
Carrie Stetko (Kate Beckinsale) é uma policial solitária que investiga o caso.

PRÓXIMA ESTRÉIA 02 DE OUTUBRO: SALVE GERAL

A professora de piano Lúcia (Andréa Beltrão), uma mulher simples de classe média, passa por dificuldades financeiras e tem uma missão: tirar o filho adolescente Rafael (Lee Thalor) da cadeia.
Enquanto isso, a crise entre prisioneiros e o sistema carcerário se agrava, e o Comando Vermelho envia seu código: Salve Geral.
E São Paulo vira um inferno.
Crítica
Angélica Bito
Depois de abordar o drama real de uma mãe em desespero, lutando pela vida do filho em Zuzu Angel, o cineasta Sérgio Rezende volta a trabalhar sobre esse tipo de drama em seu novo longa, Salve Geral, escolhido como o representante brasileiro junto à Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, tendo a possibilidade de concorrer ao Oscar em 2010.
Além de ambos os trabalhos serem histórias de mulheres em luta – a primeira, baseada em fatos reais, diferentemente desta -, estão contextualizados em marcantes passagens da história brasileira recente.
Acho que todas as pessoas em idade adulta que moravam em São Paulo em 2006 sabem responder à seguinte pergunta: o que você fez quando o Primeiro Comando da Capital (PCC) parou a cidade? Mesmo quem não vivia em São Paulo se lembra que, na segunda-feira seguinte ao Dia das Mães de 2006, os cidadãos se recolheram às suas casas, temendo os ataques a ônibus, ameaças de bombas em metrôs, tiros em delegacias contra policiais e outros levantes violentos causados pelos presos que, sob o comando dos líderes do PCC, literalmente “tocaram o terror” na cidade.
É nesse episódio que culmina a ação em Salve Geral, que tem início um ano antes. Lucia (Andrea Beltrão) é uma professora de piano que encara a crise financeira familiar. Por isso, tem de abandonar seu apartamento no Centro de São Paulo por conta dos problemas financeiros, mudando com seu filho Rafa (o estreante Lee Thalor, uma revelação) a um bairro de periferia na capital.
As coisas já não estão bem, mas pioram quando o menino é preso por conta de um racha, seguido de homicídio culposo. É quando Lucia sofre a maior reviravolta de sua vida. Conhecer a advogada Ruiva (Denise Weinberg) leva a professora a se envolver com as atividades do PCC às vésperas do “salve geral” (como foi chamado o comando que deu início aos ataques em São Paulo).
Tudo numa forma de tentar aliviar a pressão do filho dentro da prisão.
Salve Geral é um complexo drama, construído em diferentes camadas. Na primeira, temos o drama da mãe, que faz de tudo para seguir protegendo o filho, mesmo quando ele é preso.
Também temos a abordagem da relação do PCC com os presos e como o Comando dita as regras dentro das penitenciárias, seguindo suas próprias leis e éticas morais. Por outro lado, sugere que o grupo criminoso negociou o fim dos ataques com o governo, bem como indica que autoridades policiais não são das mais honestas, o que não é lá grande novidade, mas pode ser ponto de polêmica.
Embora tenha uma trama desenvolvida em diversos níveis, é pela personagem de Andrea Beltrão que Salve Geral é conduzido. O fato do longa ser desenvolvido em diversas tramas paralelas não chega a atrapalhar o entendimento do espectador por conta da forma como o roteiro é bem resolvido nesta abordagem, que nem sempre é fácil.
Aliás, vale reforçar a excelente atuação de Andrea, que, embora seja mais vista em papéis cômicos, costuma mostra atuações inspiradas também em dramas – como é o caso do recente Verônica, além desta. Com este filme, Rezende é capaz abordar o assunto com contundência e consegue atuações memoráveis do elenco, mais acertando do que tropeçando em seu 12º longa-metragem. Cineclik UOL

PRÓXIMA ESTRÉIA 02 DE OUTUBRO: DEIXE ELA ENTRAR



A história é ambientada no subúrbio de Estocolmo, em 1982.
Oskar (Kåre Hedebrant), um frágil garoto de 12 anos sempre atormentado pelos colegas de escola, sonha com vingança.
Ele apaixona-se por Eli (Lina Leandersson), garota bonita e peculiar que, aparentemente, é uma vampira, já que não suporta o sol ou a comida.
Eli dá a Oskar força para lutar, mas o menino é colocado frente a um impasse quando percebe que ela precisa beber o sangue de outros para sobreviver: até onde pode o amor perdoar?

PRÓXIMA ESTRÉIA 02 DE OUTUBRO: VIGARISTAS


Bem-vindo ao mundo de Vigaristas, onde enganar é uma arte e nada é o que parece.
Os irmãos Bloom aperfeiçoaram suas vigarices através de anos de fraterno trabalho em equipe.
Agora eles decidiram assumir um último e espetacular golpe: atrair uma bela e excêntrica herdeira e elaborar um esquema para levá-la em uma viagem ao redor do mundo.

PRÓXIMA ESTRÉIA 02 DE OUTUBRO: GAMER

Num futuro próximo, um revolucionário videogame on-line será a mais popular forma de diversão.
Semanalmente, milhões de internautas assistem a condenados lutando para sobreviver como se fossem personagens virtuais em um game.
Kable (Gerard Butler), um prisioneiro, se tornará a grande estrela deste jogo.
Para o jogador, Kable é um mero personagem, mas para o grupo de resistência ele é a peça chave para a vitória.

PRÓXIMA ESTRÉIA 02 DE OUTUBRO: TÁ CHOVENDO HAMBÚRGUER



Cientista com intenções de tentar acabar com a fome no mundo.
Pelo menos para a população da pequena cidade de Chewandswallow, tudo parece perfeito quando começa a chover sopa, e, depois, uma tempestade de hambúrgueres.
Ele só não imaginava que isso iria causar um problema de proporções globais.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Filme de Michael Jackson terá première mundial em grande escala

Por Alex Dobuzinskis
LOS ANGELES (Reuters) - O filme "This Is It" - baseado em filmagens de ensaios de Michael Jackson pouco antes de sua morte - terá pré-estreias simultâneas em mais de 15 cidades do mundo no próximo mês, anunciou na segunda-feira o estúdio responsável pelo filme.

"This Is It" chegará ao público geral em 28 de outubro para uma temporada limitada de duas semanas nos cinemas. Os filmes de Hollywood frequentemente têm várias premières em diferentes pontos do mundo, mas elas raramente acontecem ao mesmo tempo.

No caso de "This Is It," porém, mais de 15 cidades, incluindo Nova York, Rio de Janeiro, Londres, Berlim e Seul vão promover premières simultâneas, com um evento de tapete vermelho em Los Angeles em 27 de outubro, revelou a Sony Pictures, que pagou 60 milhões de dólares pelos direitos sobre as imagens dos ensaios. Os nomes das outras cidades que terão premières não foram divulgados.

Os eventos de abertura incluirão transmissões via satélite de astros de Hollywood chegando à première em Los Angeles.
A première em Londres terá lugar após a meia-noite de 28 de outubro, pelo horário local, e o evento em Seul está programado para a manhã do dia 28.
Ao todo, mais de 25 cidades em todo o mundo terão premières do filme, mas nem todas acontecerão ao mesmo tempo.

Nos dias que antecederam sua morte por overdose de medicamentos, em 25 de junho, Michael Jackson estava ensaiando para uma série de 50 shows que faria em Londres, para os quais todos os ingressos já tinham sido vendidos.

O contrato de 60 milhões de dólares para a criação do filme foi fechado entre os herdeiros de Jackson, a empresa AEG Live, que estava promovendo os concertos, e a Sony Pictures.

Com base na arrecadação do filme, nas vendas de álbuns e em negócios fechados desde a morte do cantor, os administradores de seu patrimônio esperam gerar mais de 200 milhões de dólares de receita até o final do ano.

PRÓXIMA ESTRÉIA 25 DE SETEMBRO: JOGANDO COM PRAZER



Para Nikki (Ashton Kutcher) a vida é um jogo bem simples.
Ou você é a caça ou o caçador. Ele se considera um cara muito esperto e sabe que a beleza e juventude são suas melhores cartas.
Frequentando grandes festas nos melhores clubes e nas maiores mansões de Los Angeles, ele passa os dias e as noites aproveitando o melhor que a vida pode dar.
Com Samantha (Anne Heche), sua última conquista, ele ganhou tudo que sempre sonhou.
Porém, ao encontrar Heather (Margarita Levieva), uma sedutora garçonete, ele descobre que as regras do jogo acabaram de mudar e agora ele vai ter de decidir se vai querer continuar jogando.

PRÓXIMA ESTRÉIA 25 DE SETEMBRO: PEQUENOS INVASORES



Grupo de crianças em férias numa bela casa no estado americano do Maine é obrigado a enfrentar e defender a todos de uma invasão alienígena.
O problema é que os invasores estão bem no andar de cima da casa

PRÓXIMA ESTRÉIA 25 DE SETEMBRO: PACTO SECRETO



Depois que uma brincadeira não sai como o esperado, um grupo de amigas de uma fraternidade tenta encobrir a morte de uma das moradoras, mas acabam sendo perseguidas por um serial killer, que ameaça enviar vídeos da noite do acidente para a polícia.

PRÓXIMA ESTRÉIA 25 DE SETEMBRO: DIÁRIO PROIBIDO

DIÁRIO PROIBIDO
(Diario de una Ninfómana , 2008)
Val (Belén Fabra) é uma jovem francesa ninfomaníaca que faz questão de registrar suas confissões mais íntimas em seu diário secreto.

ESTRÉIA HOJE: A ERA DA ESTUPIDEZ

Este filme estreia hoje!

O filme mostra a que ponto chegou a destruição ambiental no mundo e alerta para a responsabilidade de cada indivíduo em impedir a anunciada catástrofe global.
Misturando documentário e ficção, o longa é estrelado pelo ator indicado ao Oscar, Pete Postlethwaite, que interpreta um velho sobrevivente no devastado mundo de 2055.
Ao assistir a diversas imagens de arquivo do início do século 21, ele se pergunta, arrependido, "por que não prevenimos as mudanças climáticas do nosso planeta enquanto ainda havia tempo?".

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Atriz de 'Grey's anatomy' se consagra como rainha das comédias românticas

'A verdade nua e crua' faz de Katherine Heigl a 'nova Meg Ryan'Filme com o galã Gerard Butler estreia nesta sexta-feira (18) no país.
Da Reuters, G1

Comédias românticas parecem existir desde quando o mundo é mundo, por isso andam tão desgastadas e previsíveis. "A verdade nua e crua", que estreia em todo o Brasil nesta sexta-feira (18), pode não ser o fundo do poço, mas é mais um prego colocado no caixão do gênero que parece dar seus últimos suspiros.

Estão longe os tempos em que comédia romântica combinava charme com sagacidade. As décadas de 1930 e 1940, com filmes como "Levada da breca" e "Jejum de amor", apontavam um futuro feliz para o gênero que, nos anos de 1980 e 1990, ainda parecia saudável. Hollywood fazia filmes como "Harry e Sally - feitos um para o outro".

A primeira década do século 21 se aproxima do fim e o que o cinema tem a oferecer, combinando humor e romance, atende por nomes como "A proposta", "Vestida para casar" e "A verdade nua e crua".

Todos são uma espécie de plágio requentado da fórmula de sempre. Os personagens são Ela e Ele. Muito diferentes, brigam feito cão e gato no primeiro ato do filme. Depois de uma trégua, percebem que podem ficar bem juntos. No final, um dos dois acaba voltando para o (a) ex, mas percebem que o grande amor de sua vida é aquela pessoa cujo nome vem junto do dela nos créditos do filme.

Nova Meg Ryan
Em "A verdade nua e crua", Ela é interpretada por Katherine Heigl (forte candidata ao posto da atual rainha das comédias românticas) e atende pelo nome de Abby. Produtora de televisão, trabalha demais e não tem nem tempo para encontrar um novo namorado. Essa função cabe à sua assistente (Bree Turner) que não apenas arma os encontros como dá dicas de como ela deve se comportar.

Ele é interpretado pelo escocês Gerard Butler ("300"), um sujeito boca suja e misógino que ganha a vida dando conselhos num programa de televisão de madrugada. Claro que a vida dos dois personagens vai se cruzar e eles vão brigar muito para depois perceberem que o filme será muito previsível.

Ele é contratado para trabalhar no programa que ela produz - um talkshow apresentado por um casal cinquentão, que dá conselhos sentimentais, culinários ou o que mais for preciso para subir a audiência.

Mike - esse é o nome do sujeito - bate de frente com Abby e logo é capaz de desvendá-la: solteira, sexualmente frustrada e a espera de um príncipe encantado, que existe e mora na casa ao lado. O acordo entre os dois inimigos é simples: Mike ajuda Abby a conquistar o rapaz e ela, em troca, o ajuda no programa de televisão, porque juntos podem elevar a audiência à estratosfera.

Curioso como, para Hollywood, uma mulher jamais é considerada bem sucedida se não tiver um homem ao seu lado. A satisfação profissional de nada vale se não existir um príncipe em sua cama para chamar de seu, mesmo que para isso ela precise adotar um comportamento grosseiro, vulgar e machista - afinal, quem tem o poder é o homem.

E é assim que Abby começa a agir para conquistar seu vizinho: fazendo tudo igual a Mike, desde o vocabulário até nas atitudes.

Roteirizado por três mulheres e dirigido por Robert Luketic (que fez bem melhor em "Legalmente loira"), "A verdade nua e crua" não chega a ser ofensivo, é apenas um filme que tenta fazer humor de fórmulas batidas combinadas com uma visão de mundo bastante machista.

"Harry e Sally", por exemplo, é plagiado numa cena num restaurante quando Abby usa uma calcinha com vibrador acoplado e o controle-remoto cai nas mãos de uma criança. A reação da personagem a cada choque recebido pretende remeter à já clássica simulação de orgasmo de Meg Ryan, também num restaurante, no filme da década de 1980.

Mas o esforço de Katherine Heigl é vão. Nem tanto por culpa dela, mas por conta do próprio filme, no qual nem a baixaria consegue ser engraçada.

Se é para ser vulgar, que seja como "Se beber não case" ou os filmes de Jude Apatow ("Ligeiramente grávidos", "O virgem de 40 anos"), que pelo menos extraem humor da baixaria, sem a pretensão de serem levados à sério. Não que "A verdade nua e crua" tente se levar a sério, mas também não diverte - apenas constrange.
(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)

'Che 2 - a guerrilha' dá dimensão mítica ao líder revolucionário

Segunda parte do épico de Steven Soderbergh estreia nesta sexta (18).
No longa, Che Guevara é interpretado pelo ator Benicio Del Toro.
Da Reuters, G1

Pela mídia, pelos seguidores, pelos fãs, pelos detratores, por aqueles que nem se dão ao trabalho de tentar compreendê-lo, o revolucionário argentino Ernesto "Che" Guevara é visto como santo ou demônio - dependendo do ponto de vista que se quer provar, sua figura é bastante maleável.

O diretor norte-americano Steven Soderbergh tenta, no entanto, fazer um retrato desse personagem com certa isenção.

O resultado é um épico de cerca de 4 horas de duração, que no Brasil foi dividido em duas partes. A segunda delas, "Che 2 - a guerrilha", chega aos cinemas do país nesta sexta-feira (18), alguns meses depois de "Che" (já disponível em DVD).

Se na primeira parte, Che Guevara - interpretado por Benicio Del Toro - é visto pelo prisma humano, aqui o distanciamento quase documental do filme parece conferir a ele uma dimensão mítica.

De maneira simplista, o díptico poderia ser classificado como a ascensão e a queda de Che Guevara. Em "Che", o vemos fazendo parte da Revolução Cubana e a chegada de Fidel Castro ao poder. Já "Che 2 - a guerrilha", acompanha os últimos dias de vida do personagem numa floresta boliviana. Até o clima do filme é diferente, mais soturno, denso.

Do ponto de vista técnico, Soderbergh é um dos cineastas norte-americanos mais completos da atualidade. Não apenas dirigiu os filmes, como também os fotografou. O que se vê na tela é um apuro técnico que impressiona.

Sem movimentos de câmera inventivos ou desnecessários, o diretor usa as imagens em benefício de uma narrativa - e, assim, a diferença do momento histórico para o personagem, nos dois filmes, fica bastante clara.

Na Bolívia, sofrendo uma crise de asma, Che está embrenhado no meio da floresta, depois de executar alguns trabalhos administrativos em Cuba. Ele pretende espalhar a revolução por toda a América do Sul, mas tudo parece conspirar contra, seja pelo clima pouco favorável ou pelos camponeses que não confiam em estrangeiros.

O personagem não conta com o apoio do partido comunista local, e, apesar de chegar disfarçado, a notícia de que está na Bolívia se espalha e chega aos ouvidos de seus inimigos. No entanto, "Che 2 - A Guerrilha" se esquiva de discussões políticas mais densas - especialmente aquelas que envolvem a morte do líder guerrilheiro.

Premiado em Cannes pela sua interpretação nos dois filme - que no Festival do ano passado foram exibidos como um só - Del Toro está impressionante no papel do líder revolucionário. Mais do que interpretar, ele respira Che Guevara. O trabalho do ator é um dos maiores atrativos para se ver o filme.

Roteirizado por Peter Buchman e Benjamin A. van der Veen, que também tiveram como base o "Diário Boliviano", de Guevara, "Che 2 - A Guerrilha" jamais se propõe a ser uma aula de história - o que, na verdade, é uma de suas qualidades. O filme não esclarece muito sobre o personagem histórico, nem traz nenhuma novidade, mas, ao mesmo tempo, traça um retrato bastante honesto de um homem cujo coração revolucionário estava acima de tudo.
(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)

Pesquisador enxuga 'lista dos 1001' e indica 10 filmes para ver antes de morrer

A pedido do G1, Steven Jay Schneider seleciona os melhores.Autor do best-seller participa da Bienal do Livro do Rio.
Carla Meneghini Do G1, no Rio

Quantos anos alguém deve viver para cumprir o desafio proposto no livro “1001 filmes para ver antes de morrer”? A pedido do G1, o pesquisador americano Steven Jay Schneider, autor do best-seller, decidiu facilitar a missão para nossos leitores e enxugar a lista.

A seguir, o crítico indica os dez filmes que considera os melhores de todos os tempo. Mas ele adverte: a lista não está necessariamente em ordem hierárquica. “Eleger o melhor de todos seria impossível”, diz o pesquisador.
1. ‘Guerra nas estrelas: império contra-ataca’ (Empire strikes back)
EUA, 1980 Direção: Irvin Kershner Considerado pelo autor o melhor longa-metragem da trilogia original produzida por George Lucas, esta continuação ultrapassa o primeiro filme em diversas frentes. Tem mais personalidade, ação e efeitos especiais melhores. “Esta aventura despretensiosa talvez tenha se tornado até mais brilhante e divertida atualmente”, diz.




2. ‘Um corpo que cai’ (Vertigo)
EUA, 1958 Direção: Alfred Hitchcock
Embora não tenha sido bem recebido quando foi lançado, este longa é atualmente considerado uma das maiores obras-primas do mestre do suspense. “É um filme maravilhoso, perturbador, friamente romântico, com momentos evocativos de surrealismo em close”, descreve o pesquisador.





3. ‘E.T. – O extraterrestre’ (E.T.: The extra-terrestrial)
EUA, 1982 Direção: Steven Spielberg
O cineasta consegue aqui a façanha de unir dois gêneros, a ficção científica e a comédia para a família, com a história de um alienígena que conquista a amizade de crianças. “O filme não se torna uma tolice açucarada graças ao ritmo de Spielberg, à mistura de humor e tristeza no roteiro e ao excelente desempenho do elenco.”




4. ‘Silêncio dos inocentes' (Silence of the lambs)
EUA, 1991 Direção: Jonathan Demme
Foi o primeiro filme de terror da história a ganhar um Oscar, e não foi à toa. O diretor, que antes era conhecido por criar comédias, “deixa um arrepio contínuo na espinha da audiência sem nunca recorrer à sanguinolência”, opina o pesquisador






5. ‘Rastros de ódio’(The searchers)
EUA, 1956 Direção: John Ford
Uma das maiores obras-primas do gênero faroeste, este filme é construído sobre um enredo simples e composições visuais deslumbrantes, rodadas no Monument Valley americano. “A verdadeira genialidade está no fato de conseguir manter a simpatia dos espectadores pelo protagonista, apesar de ele ser um racista homicida”, diz o autor.



6. ‘Tubarão’ (Jaws)
EUA, 1975 Direção: Steven Spielberg
Esta ficção sobre um tubarão que aterroriza uma cidade foi o primeiro sucesso do cineasta e um de seus filmes mais impressionantes. “Mexendo com nosso medo do desconhecido, ele contrói um clima de tensão crescente revelando aos poucos o tubarão ao som da famosa trilha sonora”, descreve.





7. ‘O silêncio do lago’ (The vanishing) Holanda/França, 1988 Direção: George Sluizer
Um jovem holandês tenta descobrir o destino da namorada, que desaparece misteriosamente durante as férias do casal. Depois que a polícia dá o caso por encerrado, ele segue atormentado pela perda e começa a refazer, por conta própria, os passos da amada. Nessa busca, ele se entrega nas mãos de um psicopata.




8. ‘Louca paixão’ (Turkish delight)
Holanda, 1973 Direção: Paul Verhoeven
Este filme levantou polêmica na época de seu lançamento por conter cenas de violência extrema e sexo explícito. A história gira em torno da turbulenta relação entre um escultor e uma bela mulher, que dividem uma paixão insana e química sexual. “Um ataque definitivo aos valores burgueses”, diz o pesquisador.





9. ‘Desafio do além’ (The hauting)
Inglaterra, 1963 Direção: Robert Wise
Apontado por muitos fãs do terror como um dos longas mais assustadores de todos os tempos, este longa-metragem usa todo tipo de recursos visuais e sons incomuns para aterrorizar os espectadores. “Não veja este filme sozinho”, aconselha o autor do livro.


10. ‘Como enlouquecer seu chefe’ (The office space)
EUA, 1999 Direção: Mike Judge
Esta comédia de sucesso conta a história de um homem estressado com o trabalho que descobre após fazer terapia que o cotidiano é seu grande inimigo. Decidido a ser demitido, ele passa então a sabotar seu emprego e seu chefe.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Rodrigo Santoro estará em filme inglês sobre a Opus Dei

'There be dragons' falará sobre a vida do fundador da instituição. Produção será dirigida por Roland Joffé, de 'A letra escarlate'.
Do G1, em São Paulo

O ator Rodrigo Santoro. (Foto: Divulgação)
O ator Rodrigo Santoro estará no elenco do filme “There be dragons”, sobre a vida do fundador da Opus Dei, Josemaría Escrivá de Balaguer.

A produção será dirigida pelo inglês Roland Joffé, de “A letra escarlate” (1995). O longa, que deve ser lançado em meados de 2010, será protagonizado pelo ator inglês Charlie Cox (de “Casanova”). A mais recente atuação de Santoro em Hollywood foi na comédia “I love you, Phillip Morris”, com Jim Carry e Ewan McGregor. No Brasil, o filme tem previsão de estreia para abril de 2010.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

PRÓXIMA ESTRÉIA 18 DE SETEMBRO: GRANDE BALÉ VERMELHO: MISTÉRIO DOS FLAMINGOS



GRANDE BALÉ VERMELHO: MISTÉRIO DOS FLAMINGOS
Documentário sobre os flamingos “do outro mundo”, do Lago Natron, ao norte da Tanzânia, o berço da humanidade, que revela um território pouco explorado. Cineclick.UOL.

PRÓXIMA ESTRÉIA 18 DE SETEMBRO: A VERDADE NUA E CRUA

Abby Richter (Katherine Heigl) é produtora de um programa de TV matinal que sempre teve problemas quando o assunto é sobre sua vida romântica.
Para mudar a situação, ela envolve-se numa série de jogos com Mike Alexander (Gerard Butler), que tenta provar suas teorias sobre relacionamentos e ajudá-la a encontrar um amor.
Crítica
Celso Sabadin
cinema.cineclick.uol.
Certa vez, perguntei ao maestro Diogo Pacheco por que a maioria das pessoas, quando ouve música clássica, prefere ouvir sempre as mesmas. Sempre as Quatro Estações de Vivaldi, a nona Sinfonia de Beethoven, as árias de Carmen de Bizet, enfim, sempre a mesma meia dúzia de peças eruditas, dentro de um universo tão rico e gigantesco.
A resposta do maestro foi rápida, simpática, elucidativa e inteligente: “Porque, quando você anda pela Avenida Paulista, junto com uma multidão de desconhecidos, como é bom, de repente, rever um amigo!”
Acredito que o mesmo raciocínio possa valer para os filmes. A maioria das pessoas, de uma forma geral, gosta de ver sempre os mesmos filmes. Não literalmente os mesmos, mas filmes bastante parecidos com tudo aquilo que já foi visto antes. Talvez isso dê alguma sensação de segurança ao espectador, que sabe que não será surpreendido, que será agradavelmente conduzido por caminhos já previa e fartamente conhecidos. Algo parecido com o comportamento daquele tipo de consumidor que vai sempre ao mesmo restaurante, procura o mesmo garçom e pede o mesmo prato.
Apenas este comportamento de (boa?) parte dos consumidores pode explicar que continuem sendo produzidas comédias românticas como A Verdade Nua e Crua, um filme milimétrica e sonolentamente igual a tudo aquilo que já foi feito antes no gênero. A trama fala de Abby (Katherine Heigl), a bela produtora de um programa matutino de televisão que, embora profissionalmente bem sucedida, vive em busca de um príncipe encantado. Até o dia em que ela conhece Mike (Gerard Butler, de 300), apresentador de TV que, ao vivo, passa para os seus espectadores as mais machistas e cafajestes dicas sobre relacionamentos amorosos e sexuais. Impressionante: eles vão se apaixonar! Nossa, quem poderia prever? E, acredite se quiser: até o final do filme, cada um dos protagonistas vai abandonar seus radicalismos, virarão pessoas melhores e serão felizes para sempre.
Quem vai sempre ao mesmo restaurante, procura o mesmo garçom e pede o mesmo prato provavelmente vai gostar.

PRÓXIMA ESTRÉIA 18 DE SETEMBRO: GOODBYE SOLO


Na Carolina do Norte, dois homens iniciam uma improvável amizade que irá transformar suas vidas para sempre.
Solo (Souleymane Sy Savane) é um taxista senegalês em busca de uma vida melhor para sua jovem família. William (Red West), seu passageiro, é um típico homem do sul, já idoso, que carrega alguns arrependimentos.
Durante duas semanas, numa viagem de táxi pelo interior, os dois homens percebem que, apesar de suas diferenças, precisam um do outro mais do que conseguem admitir.
Goodbye Solo explora a passagem de uma geração e a rápida transformação das feições dos Estados Unidos.
PRÊMIOS
- Prêmio Fipresci (crítica) no Festival de Veneza 2008.

PRÓXIMA ESTRÉIA 18 DE SETEMBRO: CHE 2 - A GUERRILHA

Segunda parte da cinebiografia do líder revolucionário argentino Ernesto "Che" Guevara (Benicio Del Toro), que mostra sua saída do Congo e a guerrilha na Bolívia. Diferente da primeira parte, que evocava a vitória na Revolução Cubana, este tem um tom de derrota iminente, já que Guevara foi assassinado em 9 de outubro de 1967.

Crítica
Angélica Bito
cinema.cineclick.uol
Che é um projeto ousado: produzido desde 2000 por Steven Soderbergh e Benicio Del Toro - nascido quando trabalharam juntos em Traffic -, trata-se de dois filmes - O Argentino e A Guerrilha - que abrangem dois períodos distintos na vida do revolucionário argentino Ernesto Guevara, mas que representam o espírito político do personagem.
Produzidos para serem lançados separadamente - o que realmente ocorrerá no mercado norte-americano e brasileiro, quando entra em cartaz em fevereiro e maio de 2009, respectivamente -, foram exibidos juntos numa maratona de 258 minutos no Festival de Cannes e agora na 32ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo como o filme de encerramento.
Che é baseado em dois livros escritos por Guevara: Reminiscences of the Cuban Revolutionary War ("Reminiscências da Guerra Revolucionária Cubana") - que deu base ao roteiro da primeira parte, assinado por Peter Buchman - e O Diário do Che na Bolívia. Este último livro possui anotações de onze meses - de novembro de 1966 a outubro de 1967 -, desde que Che chegou à Bolívia até a sua morte, em 9 de outubro de 1967, e deu base ao roteiro de A Guerrilha, assinado por Buchman e Benjamin A. Van der Veen.
A narrativa tem início em 1954, no México, quando Guevara (brilhantemente interpretado por Benicio Del Toro) conhece Raúl Castro (o brasileiro Rodrigo Santoro, brilhando cada vez mais em sua diversificada carreira internacional), que logo o apresenta a seu irmão mais velho, Fidel Castro (Demián Bichir, assustadoramente parecido com o líder cubano). Juntos, partem para Cuba, onde lutaram contra o presidente cubano Fulgencio Batista até 1959, quando Batista exilou-se em São Domingos e Castro instaurou um regime socialista em Cuba.
A história é notória e não interessa muito em Che; o que interessa é investigar os meandros dos acontecimentos. Ou seja, como e por que Guevara - apelidado de Che por conta de um vocativo utilizado também na Argentina - resolveu ser mais revolucionário do que médico. O início desse direcionamento de interesse pode ser visto em Diários de Motocicleta, filme dirigido em 2004 pelo brasileiro Walter Salles; seu desenvolvimento, conclusões e conseqüências são explorados em Che.
O Argentino e A Guerrilha são dois capítulos da história de Guevara que se complementam. A primeira parte é mais focada nos sucessos e nos motivos do revolucionário ter experimentado a fama mundial - refletida em seus discursos na ONU e na recepção que teve em sua viagem a Nova York em 1964. Mesmo tendo um posicionamento bastante claro, no qual acusava o imperialismo norte-americano de causar a miséria em povos da América Latina, Guevara foi recebido como um herói no país e até hoje é símbolo da revolução cubana.
Já A Guerrilha deixa clara a posição humanista do revolucionário, como ele mesmo diz em dado momento do filme: "Não acredito em Deus, acredito na humanidade". Ao renunciar ao seu cargo no governo cubano e à sua cidadania no país em 1965, Guevara viaja à Bolívia a fim de ajudar milícias revolucionárias no interior do país. Ou seja, sua luta não é por nações, mas pela melhor condição dos seres humanos. Assumindo outra personalidade em sua viagem, tido como desaparecido, Guevara sente o gosto da derrota em A Guerrilha por não conseguir o apoio que conseguiu em Cuba a fim de derrubar o governo vigente na Bolívia, completamente antenado aos interesses norte-americanos.
Grande parte da ação de ambos os episódios se passam nas florestas, onde Guevara e suas equipes tramaram as conquistas e derrotas revolucionárias. É interessante observar como o protagonista está sempre preocupado em articulações que levassem a uma independência maior de países da América Latina, independente de fronteiras, contra a dominação sócio-econômica dos EUA. Política mantida firmemente pelo governo de Fidel Castro que acabou sendo derrubada recentemente com a abertura de Cuba. Ou seja, é um conceito já morto e enterrado, mas bastante pertinente de ser retomado num trabalho como Che que, mesmo morto há 40 anos, ainda é bastante vivo na memória contemporânea por meio não somente de camisetas e bandeiras, mas pelos seus ideais. Pelo menos é isso que a produção tenta retomar.
Impossível não citar a belíssima e já citada atuação de Benicio Del Toro como o revolucionário. Experiente e notoriamente talentoso, ele sabe segurar a onda muito bem de encarnar esse verdadeiro símbolo da História moderna, além de ser bastante parecido com Che Guevara, o que ajuda. Não à toa, recebeu o prêmio de Melhor Ator no último Festival de Cannes.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

PRÓXIMA ESTRÉIA 11 DE SETEMBRO: GOODBYE SOLO



Na Carolina do Norte dois homens iniciam uma improvável amizade que irá transformar suas vidas para sempre. Solo (Souleymane Sy Savane) é um taxista senegalês em busca de uma vida melhor para sua jovem família e William (Red West), seu passageiro, é um típico homem do sul, já idoso, que carrega alguns arrependimentos.
Durante duas semanas, numa viagem de táxi pelo interior, os dois homens percebem que, apesar de suas diferenças, precisam um do outro mais do que conseguem admitir. Goodbye Solo explora habilmente a passagem de uma geração e a rápida transformação das feições dos Estados Unidos.
Prêmios
- Prêmio Fipresci (crítica) no Festival de Veneza 2008.

PRÓXIMA ESTRÉIA 11 DE SETEMBRO: FALANDO GREGO



Georgia (Nia Vardalos) é uma americana de origem grega que trabalha como guia turística acompanhando viajantes pela Grécia. Ela vive entediada, uma vez que o grupo de turistas parece curtir mais as compras de camisetas do que aprender alguma coisa sobre a história do país.
Esse choque de personalidades e culturas deixa a situação da jovem cada vez pior. Até o dia que aparece um turista muito especial, o senhor Irv Gordon (Richard Dreyfuss).
É ele quem vai mostrar a ela as possibilidades de viver de forma feliz, aconselhando a moça a prestar atenção naquele que Georgia jamais imaginaria que pudesse se apaixonar: o grego e sexy motorista de ônibus Poupi (Alexis Georgoulis).

Livro brasileiro lista os 25 piores filmes de todos os tempos

Escritor Renzo Mora lança '25 filmes que podem arruinar a sua vida'.
Longas com Tom Hanks, Dustin Hoffman e outros integram a seleção.
Carla Meneghini Do G1, no Rio
O que faz de um filme bom? O que faz de um filme ruim? Pode um filme ser ruim e ainda assim ser divertido? Pensando nessas questões, o escritor paulistano Renzo Mora resolveu reunir em uma única lista os piores longas-metragens de todos os tempos, que sai esta semana no livro “25 filmes que podem arruinar a sua vida”, publicado de forma casada com a reedição de “Cinema falado”, em que relembra diálogos memoráveis da sétima arte. “O gosto da massa e o dos críticos frequentemente diverge. Mas, fora isso, existem loucos como eu para aplaudir enternecidamente os filmes ruins, buscar o pior despudoradamente e vibrar com os erros, os diálogos primários, as péssimas atuações”, diz o autor. Com seu livro, Mora afirma que quer derrubar o preconceito contra produções de baixo orçamento. “Filme ruim não é sinônimo de filme barato, eu quis mostrar que não é bem assim”, diz o autor, que cita “Fogueira das vaidades”, de Brian de Palma, como exemplo. “Ele pegou o livro de Tom Wolfe, um dos mais celebrados da década de 1980, um ator como Tom Hanks e ainda assim a receita desandou”, diz. “Já filmes como ‘A pequena loja de horrores’ têm baixo orçamento e muita criatividade; dinheiro não salva um filme com espírito de classe B”, completa. Para o escritor, atualmente Hollywood enfrenta uma crise criativa, que motiva a proliferação de adaptações de quadrinhos, programas de TV e jogos. “Os antigos roteiristas de cinema cresceram lendo livros, os novos vendo TV e jogando videogames; isso não impede que surjam novos e grandes talentos, mas compromete o nível geral”, afirma.
Confira a seguir a lista dos “25 filmes que podem arruinar a sua vida”:

1. ‘A fogueira das vaidades’
(1990)
De Brian de Palma Estrelado por Tom Hanks e Bruce Willis, essa adaptação da obra de Tom Wolfe conta a história de um milionário que é envolvido em um atropelamento e tem a vida destruída pela imprensa e pela Justiça. “Qualquer idiota pode fazer um filme ruim. Mas é preciso um gênio para pegar um dos livros mais interessantes dos anos 80 e um dos melhores atores de sua geração e fracassar retumbantemente”, diz o autor.



2. ‘Showgirls’
(1995) De Paul Verhoeven Depois do sucesso de “Instinto selvagem”, o diretor arriscou esse filme, que definiu como um “drama musical não-intelectualizado”. A protagonista Elizabeth Berkley embarcou na produção na esperança de ser transformada na próxima Sharon Stone, mas, segundo o autor, o resultado é uma combinação de “performances risíveis, um roteiro estapafúrdio e coreografias que remetem ao clima dos cassinos de Las Vegas, garantia de breguice, tudo isso com um delicioso tempero de pornografia”.



3. ‘Sinceramente teu’
(1955) De Henry Blake “Este é uma raridade, mas é obrigatório para quem gosta de filmes ruins”, afirma o autor do livro sobre esse longa-metragem, que conta a história de um pianista que começa a ficar surdo. Ele aprende a ler lábios e começa a tentar decifrar dramas de desconhecidos que ele observa de binóculos, do alto de sua cobertura. De acordo com escritor, o protagonista Liberace pode ser definido como “uma mistura de Rock Hudson e Miguel Falabella”.



4. ‘Howard o pato’
(1986) De Willard Huyck Inspirado em um personagem da Marvel, o filme mostra um pato que deixa seu planeta e chega à Terra, onde inicia um relacionamento com uma roqueira. “Com a benção de George Lucas, colocaram um anão dentro de uma patética fantasia de pato para uma das mais catastróficas empreitadas já capturadas por uma câmera”, conta o autor. O longa faz ainda uma homenagem ao Moonwalk de Michael Jackson, que na época era febre.



5. ‘Hudson Hawk – O falcão está à solta’
(1991) De Michael Lehmann Bruce Willis vinha de um grande sucesso, “Duro de matar”, e decidiu apostar nessa comédia de ação, em que vive um criminoso recém saído da prisão. Ele quer deixar seu passado para trás, mas é pressionado a aplicar mais um golpe. Na aventura, ele acaba se envolvendo até com uma freira que faz massagens sensuais. “Você se dá conta de que não há mais tempo para o filme reagir e se odeia por ter permitido que duas valiosas horas da sua vida tenham sido negligentemente jogadas na lixeira”, diz o autor.

6. ‘Ishtar’
(1987) De Elaine May Dustin Hoffman e Warren Beatty estão no elenco dessa comédia, que só inspira risos de constrangimento. Os dois vivem uma dupla de cantores nada talentosos que sai em turnê pelo Marrocos. “Dois atores difíceis, fora da sua praia habitual, jogados no deserto, com um roteiro de segunda e uma total falta de espontaneidade”, define o escritor.


7. ‘Duna’
(1984) De David Lynch O produtor Dino DeLaurentis se arriscou ao adaptar uma ficção quase infilmável de Frank Herbert e colocar o diretor de “Twin Peaks” e “Blue Velvet” para comandar a trama. O filme, descrito pelo autor como “confuso e escuro”, é ambientado em um universo em que três planetas entram em guerra por um elemento vital somente produzido no planeta Duna. “Nem os nerds fanáticos pelo livro se entusiasmararm com esse troço”, diz.



8. ‘Lambada, a dança proibida’
(1990) De Greydon Clark No musical, a miss EUA 1985 Laura Herring interpreta uma princesa amazônica que luta pela preservação da floresta e vai a Los Angeles participar de um concurso de dança para chamar atenção da comunidade internacional para a causa. Na trama, ela é brasileira e não consegue parar de requebrar, mesmo depois de a lambada ser proibida no Brasil por ser “quente demais”.



9. ‘Cleópatra’
(1963) De Joseph L. Mankiewicz Essa superprodução, que quase levou a 20th Century Fox à falência na época, trouxe Elizabeth Taylor como a rainha egípcia que seduziu Marco Antônio e Júlio César. Segundo o autor, “com a grana gasta em cenários, roupas, adereços e locações seria possível comprar o Egito de verdade em vez de reconstruí-lo em estúdio” e o resultado é tão chato que “torna o suicídio da protagonista totalmente compreensível, afinal, os espectadores pensam em fazer a mesma coisa depois da terceira hora”.


10. ‘Contato de risco’
(2003) De Martin Brest Ben Affleck vive um criminoso barato que arma o sequestro do irmão de um advogado que atua contra seu chefe. Jennifer Lopez surge na trama como a bandida lésbica Ricky, por quem o protagonista se apaixona. O diretor, que assinou sucessos como “Cheiro de mulher” e “Um tira da pesada”, fez uma colcha de retalhos com ideias já usadas em outros filmes, comom “Rain man” e “Procura-se Amy”

11. ‘Mulher gato’ (2004)
12. ‘Serpentes à bordo’ (2006)
13. ‘Batman e Robin’ (1997)
14. ‘Casseta & Planeta – A taça do mundo é nossa’ (2003)
15. ‘Cinderela baiana’ (1998)
16. ‘Jesus Cristo, caçador de vampiros’ (2001)
17. ‘Jesus Zumbi!’(2007)
18. ‘Manos, as mãos do destino’ (1966)
19. ‘Beto Rockefeller’ (1970)
20. ‘Glen ou Glenda’ (1953)
21. ‘Plano 9 do Espaço Sideral’ (1959)
22. ‘O cérebro que não queria morrer’ (1962)
23. ‘A reconquista’ (2000)
24. ‘Papai Noel conquista os marcianos’ (1964)
25. ‘Salve-se quem puder’ (2007)

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Para internautas, Robert Pattinson é o vampiro mais bonito da ficção

Mais de 70% querem mordida do Edward de 'Crepúsculo'; Brad Pitt é segundo
Do EGO, no Rio
Robert Pattinson e o mais bonito como vampiro para leitores do EGO
Foi uma disputa e tanto, mas não tem para ninguém!
Os leitores do EGO escolheram Robert Pattinson como o vampiro mais bonito da ficção.
Os imortais estão bombando e 77% dos internautas estão loucos para receber uma mordida do bonitão, que é Edward Cullen na saga "Crepúsculo".
Brad Pitt, que interpretou Louis de Pointe Du Lac em "Entrevista com o Vampiro", é o segundo colocado com 67% dos votos.
Peter Facinelli vem na terceira posição, com Carslile Cullen, também de "Crepúsculo", e chamou a atenção de 62% dos leitores.
Tom Cruise ficou na sétima posição, 31% dos internautas querem uma mordida dele.
Kiefer Sutherland é o último colocado da pesquisa, 98% dos leitores não querem nem passar perto do ator. Será que alguém ficou com medo por aí?

"O nome dela é Sabine"

"O nome dela é Sabine" faz retrato delicado e comovente do autismo
Alysson Oliveira
Especial para o UOL, do Cineweb

Sandrine Bonnaire é uma conhecida atriz francesa, cuja filmografia inclui obras como os premiados "Sob o Sol de Satã", de Maurice Pialat, e "Os Rejeitados", de Agnès Varda. Mas pouca gente sabe que ela possui uma irmã autista, cuja deficiência levou anos para ser diagnosticada, o que só piorou a condição da moça.
"O nome dela é Sabine", documentário que estreou é uma crônica familiar de mais de duas décadas sobre a convivência com essa irmã.

Combinando vídeos familiares com imagens recentes feitas por Sandrine, acompanhamos 25 anos na vida das duas irmãs. No passado, Sabine era uma bela moça, livre, com muitos sonhos e planos. Essa imagem é entrecortada pela Sabine do presente, obesa, depressiva, internada numa clínica de tratamento e dada a surtos de abuso e violência.
No passado, as duas irmãs viajaram para Nova York, um sonho de Sabine; hoje, a moça revê imagens daqueles dias, chora e explica que as lágrimas são de alegria. Nesse intervalo de anos, Sabine passou por diversos tratamentos e levou muito tempo para ser diagnosticada corretamente. Em certos momentos, Sandrine, narrando em off, parece fazer um mea culpa familiar, o que levanta uma questão de quão diferente seria a moça se tivesse passados por tratamentos diferentes daqueles que recebeu nos hospitais psiquiátricos.
Privilegiando um lado mais humanista, "O Nome dela é Sabine" é comovente e delicado, sem deixar de lado aspectos informativos. Atualmente, a irmã de Sandrine está numa clínica, recebendo tratamento mais adequado. Além de fazer exercícios físicos regularmente, jardinagem e participar de uma vida em sociedade, os pacientes são estimulados a interagir.

Não deixa de ser curioso que, ao longo de mais de duas décadas, Sandrine filmou essa irmã, um ano mais nova do que ela. É como se ela já esperasse um declínio e soubesse que Sabine jamais seria a mesma. Sandrine é resistente a aparecer diante de sua própria câmera e só o faz quando isso se torna inevitável. Nesse momento, o lado documentarista sai de cena para dar espaço para a irmã. Sabine é extremamente dependente - não apenas fisica, mas também emocionalmente. Não são poucas as vezes em que ela repete a mesma insegurança, perguntando se a irmã irá visitá-la no dia seguinte. E Sandrine, sempre dedicada, responde que sim.
Atualmente, fica claro que Sabine está progredindo e se tornou menos agressiva, mas um pouco mais dependente e carente. A imagem da menina de espírito livre que pula na água estará eternizada no granulado dos filmes de família. A imagem do presente ainda é melancólica, mas "O nome dela é Sabine" deixa uma pontinha de esperança para o futuro.

PRÓXIMA ESTRÉIA 04 DE SETEMBRO: UP - ALTAS AVENTURAS



Carl Fredricksen (Edward Asner) passou toda a sua vida sonhando em explorar o planeta e viver plenamente a vida.
Porém, aos 78 anos de idade, a oportunidade parece ter passado por ele até que uma reviravolta do destino e um persistente explorador da natureza de oito anos, chamado Russell, dão-lhe uma segunda chance na vida.
Curiosidades
- É o primeiro filme da Pixar produzido para o formato Disney Digital 3-D.
- Foi o longa de abertura do Festival de Cannes 2009.

PRÓXIMA ESTRÉIA 04 DE SETEMBRO: O SEQUESTRO DO METRÔ 1 2 3


John Travolta é o líder de uma quadrilha que sequestra um trem do metrô de Nova York e ameaça matar seus passageiros, caso não seja pago o resgate exigido.

PRÓXIMA ESTRÉIA 04 DE SETEMBRO: UMA CANÇÃO DE AMOR

Na Tunísia em 1942, Nour (Olympe Borval) e Myriam (Lizzie Brocheré), duas jovens de 16 anos, são amigas desde a infância.
Elas dividem a mesma casa em uma modesta vizinhança onde judeus e muçulmanos vivem em perfeita harmonia. Cada uma delas secretamente deseja ter a vida da outra: enquanto Nour lamenta não poder ir para a escola, como sua amiga, Myriam tem inveja do noivado de Nour com seu primo, Khaled (Najib Oudghiri).
Mas Khaled não consegue encontrar um trabalho e o noivado demora a se concretizar, fazendo com que a perspectiva de uma união fique cada vez mais distante.
O exército alemão invade a Tunísia e impõe sua pesada política nazista sobre toda a comunidade judia.
Com isso, a mãe de Myriam, Tita ( Karin Albou), perde seu direito de trabalhar. Endividada, ela decide casar sua filha com um rico médico e Myriam passa a ver seus sonhos de amor desaparecer aos poucos.

PRÓXIMA ESTRÉIA 04 DE SETEMBRO: A ÓRFÃ



John (Peter Sarsgaard) e Kate (Vera Farmiga) passam por uma tragédia na família.
A perda de um de seus filhos faz com que, embora ainda tenham outros dois - Daniel (Jimmy Bennett) e Joyce (Lorry Ayers) -, resolvam procurar ajuda de um orfanato a fim de adotar mais uma criança.
Mesmo depois de alertados das dificuldades de se adotar crianças já crescidas, a aparente maturidade e carisma de Esther (Isabelle Fuhrman) os conquista prontamente.
A menina, no entanto, mostra-se maléfica, levando toda a família à loucura.