domingo, 9 de agosto de 2009

Filho de Michael Douglas usava pseudônimos para vender drogas, diz revista

da Folha Online
Cameron Douglas foi cuidadoso ao usar pseudônimos, códigos, caixas de correio alugadas e telefones descartáveis, mas no fim o filho do vencedor do Oscar Michael Douglas, foi delatado por antigos amigos e parceiros que queriam salvar a própria pele, afirma neste domingo o site da revista "People", que traz detalhes da prisão do ator.

A acusação de dez páginas contra Douglas --preso no final de julho por tráfico de metanfetamina-- pinta o retrato do ator, de 31 anos, como um traficante de drogas que, durante os últimos três, vendeu uma quantidade enorme de 'crystal meth', comumente em hotéis chiques de Nova Yor e Los Angeles, usando o FedEx para movimentar dinheiro e drogas pelo país.

Douglas, que também atuava como produtor e tocava como DJ em alguns clubes de Nova York e L.A., utilizava sua assistente para se apresentar a potenciais compradores de grandes quantidades da droga, diz o processo.

Sua ex-assistente e dois de seus compradores começaram a colaborar como testemunhas com a polícia depois de serem presos por porte de drogas.

Códigos
Segundo a "People", Douglas conduzia a maior parte de seus negócios com caixas de correio alugadas e sempre foi cuidadosos ao usar palavras codificadas em mensagens de texto e ligações telefônicas.

"Quanto eu te mandar a massa", ele disse para um de seus colaboradores em 22 de julho, "você pode me mandar a papelada para, você sabe, o próximo pedido."

Em outra ocasião, diz a acusação, depois de fornecer o que aparentemente era o "crystal meth", ele perguntou à testemunha: "Você teve a chance de cheirar um desses sais?". Acrescentando "eu estava tão empolgada para que você tomasse um banho e visse com seus próprios olhos."
Douglas já havia sido preso e indiciado por porte de cocaína em 2007 em Santa Barbara, na Califórnia. Ele pode pegar no mínimo dez anos e no máximo prisão perpétua pelas acusações.
O advogado de Douglas não respondeu aos pedidos da "People" para comentar o caso, assim como a família do ator.

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